next »
Poetas sem pergaminhos. Engenheiros de papel alumínio. Novos pedaços de lugares em que pessoas que não conhecemos nos cumprimentam simpaticamente. O que nos sobra é a beleza de um cansaço que corre em nosso corpos, em meio ao dia-a-dia que nos estimula a apenas querer chegar em casa e dormir. Sonhar. Voar entre nuvens extasiantes, atirar em estrelas, mergulhar em meio ao universo, capturar o sol e ainda assim chegar em casa limpo. Cantar para o teu amor em frente à janela do seu prédio, sussurrar um esforço pra abrir os olhos e enfrentar o mundo real. Estar preparado pra visar mais um dia e enfrentá-lo. Gritar em prantos pra que o trovão, que entra em chamas caindo sob o telhado rachado de uma grande e velha, abandonada casa, venha e te acerte com todo seu potencial, direto no peito, e não te causar um singelo arranhão. Espantar os fantasmas de um coração que fora partido um dia pelo velho Rei da Insanidade, que agora acompanhara a Morte em sua caminhada ardente pelas forças de sua Majestade. E nunca abandonar um único abraço. Nem um resto de esperança deixar chamuscar na lareira da saudade. Siga em frente, esqueça os problemas, esqueça a VIDA. Esqueça tua leitura sobre isso. Esqueça. Às vezes, faz bem esquecer o que te impede de lembrar.

Poetas sem pergaminhos. Engenheiros de papel alumínio. Novos pedaços de lugares em que pessoas que não conhecemos nos cumprimentam simpaticamente. O que nos sobra é a beleza de um cansaço que corre em nosso corpos, em meio ao dia-a-dia que nos estimula a apenas querer chegar em casa e dormir. Sonhar. Voar entre nuvens extasiantes, atirar em estrelas, mergulhar em meio ao universo, capturar o sol e ainda assim chegar em casa limpo. Cantar para o teu amor em frente à janela do seu prédio, sussurrar um esforço pra abrir os olhos e enfrentar o mundo real. Estar preparado pra visar mais um dia e enfrentá-lo. Gritar em prantos pra que o trovão, que entra em chamas caindo sob o telhado rachado de uma grande e velha, abandonada casa, venha e te acerte com todo seu potencial, direto no peito, e não te causar um singelo arranhão. Espantar os fantasmas de um coração que fora partido um dia pelo velho Rei da Insanidade, que agora acompanhara a Morte em sua caminhada ardente pelas forças de sua Majestade. E nunca abandonar um único abraço. Nem um resto de esperança deixar chamuscar na lareira da saudade. Siga em frente, esqueça os problemas, esqueça a VIDA. Esqueça tua leitura sobre isso. Esqueça. Às vezes, faz bem esquecer o que te impede de lembrar.

Nunca desista, mesmo que alguém insista. Não seja covarde, até mesmo pássaros com asas quebradas não desistem de voar. Tudo na vida só depende de cuidados, cuidados do doutor Tempo, com alguns curativos da Vida, tudo se conserta, até mesmo as mais desastradas pessoas conseguem se levantar e continuar sua jornada.
— Leandro Souza, as notas de rodapé.

O mundo precisa de paz. De placas luminosas, indicando o que faz mal. De momentos lépidos. De pessoas novas. É, definitivamente o mundo precisa de novos poetas, músicos, artistas! Precisamos de virtudes e erros novos. Parar de cometer o mesmo erro outra vez. Ser presunçoso. Espantados com isso, precisamos tomar providências, mas quais?Seríamos um povo muito mais harmônico se todos se juntassem pelo bem da humanidade, trazendo nada mais do que desculpas uns aos outros, acabando com as guerras, as brigas e o motivo fúfio de discussões agressivamente verbais entre pessoas demasiadas obtusas, que, por si, não compreendem o valor e o objetivo da vida. Quem sabe, assim, não viveríamos essa mentira que nos contam desde pequenos, essa irracionalidade que o ser humano tem, para ser cruel. Essa maldade proposital que abrange uma parte retardatária da sociedade. Vamos ser um só. Um todo. A soberania. Talvez, um mundo igual o dito aqui, seria ainda mais simples que o nosso. E, com essa simplicidade, seríamos verdadeiramente felizes.

O mundo precisa de paz. De placas luminosas, indicando o que faz mal. De momentos lépidos. De pessoas novas. É, definitivamente o mundo precisa de novos poetas, músicos, artistas! Precisamos de virtudes e erros novos. Parar de cometer o mesmo erro outra vez. Ser presunçoso. Espantados com isso, precisamos tomar providências, mas quais?
Seríamos um povo muito mais harmônico se todos se juntassem pelo bem da humanidade, trazendo nada mais do que desculpas uns aos outros, acabando com as guerras, as brigas e o motivo fúfio de discussões agressivamente verbais entre pessoas demasiadas obtusas, que, por si, não compreendem o valor e o objetivo da vida.
Quem sabe, assim, não viveríamos essa mentira que nos contam desde pequenos, essa irracionalidade que o ser humano tem, para ser cruel. Essa maldade proposital que abrange uma parte retardatária da sociedade.
Vamos ser um só. Um todo. A soberania. Talvez, um mundo igual o dito aqui, seria ainda mais simples que o nosso. E, com essa simplicidade, seríamos verdadeiramente felizes.

Essa luz que ascende em meu coração, esse café que cai em meu colo, essa poesia, palavreada, que foge de meu consenso, me trazendo alegria. E o que a gente faria se não restasse o pouco de mim que separa o meu eu do mundo [esdrúxulo] que se forma, lá fora? Correríamos ao encontro de todas essas estrelas que temperam minha mente, inserem aquela luz em meu coração, brincam de brilhar, assim como os vagalumes, que se perdem no meio de tanto bloco de luz que brilha no céu, na terra, na água e nas nossas ideias. Aquele vagalume que agora chegara na nossa varanda, brigando contra a brisa forte que entra pela cozinha, chegando ao conjunto de nós dois, ele pousa, de costas pra nós, como quem não quer nada, muito menos ser interrompido. E a menina do vizinho corre ao encontro daquele faixo de luz que vira lá da casa dela, pergunta pra nós “o que é isso?”, isso é um dos insetos mais bonitos que têm, querida. E, no primeiro ensejo, ele se vai, desviando da flor que ficara ao seu lado todo aquele tempo, ele voa e, não volta. Ficaríamos sozinhos mais uma noite, mas a mesma, agora, valera a pena, apenas for compartilhar tanta imponência com aquela criança que, agora, fora embora junto com o vagalume.

Essa luz que ascende em meu coração, esse café que cai em meu colo, essa poesia, palavreada, que foge de meu consenso, me trazendo alegria. E o que a gente faria se não restasse o pouco de mim que separa o meu eu do mundo [esdrúxulo] que se forma, lá fora?
Correríamos ao encontro de todas essas estrelas que temperam minha mente, inserem aquela luz em meu coração, brincam de brilhar, assim como os vagalumes, que se perdem no meio de tanto bloco de luz que brilha no céu, na terra, na água e nas nossas ideias. Aquele vagalume que agora chegara na nossa varanda, brigando contra a brisa forte que entra pela cozinha, chegando ao conjunto de nós dois, ele pousa, de costas pra nós, como quem não quer nada, muito menos ser interrompido. E a menina do vizinho corre ao encontro daquele faixo de luz que vira lá da casa dela, pergunta pra nós “o que é isso?”, isso é um dos insetos mais bonitos que têm, querida. E, no primeiro ensejo, ele se vai, desviando da flor que ficara ao seu lado todo aquele tempo, ele voa e, não volta. Ficaríamos sozinhos mais uma noite, mas a mesma, agora, valera a pena, apenas for compartilhar tanta imponência com aquela criança que, agora, fora embora junto com o vagalume.

Te quero, nesse ponto-destaque, como nunca quis ninguém e, nunca vou querer. Acredito no amor e, também, na sorte e no azar. Que a sorte conspira a favor do amor. Podemos ser pessoas equivocadas, com certeza podemos achar erros em nossa caminhada mas, minha pequena, temos todo esse mundo a descobrir, todo um tempo pra gastar. Vamos voar. Brincar. Viajar e ser felizes, como crianças que escalam a escada de corda daquela praça, ou aqueles músicos que tocam em frente à um parque. Vamos nos divertir, afinal, só temos isso pra fazer. Isso é o que importa: Tu, eu e nosso namoro. Não dê olhos, muito menos chances, aos problemas, não encare a vida como um desafio e sim, um gracejo. Não espere que o mundo chegue até você, saiba que a terra pode desabar até isso acontecer. Vá ao mundo, corra ao vento, gire na ciranda até perder o equílibrio, deixe que eu te seguro. Confie na herança de coragem que herdaras dos teus pais. Estejas aqui quando eu dormir, nos tape, no aconchego do teu abraço, do nosso cobertor. Estejas aqui ainda quando eu acordar e não esqueça seu casaco, fará frio. Me ame, do jeito que nunca amaste ninguém, me descubras, como cada peça de um quebra-cabeças, me monte e depois, me beije. Por favor, meu amor, me amaldiçoe na tua paixão e nunca mais me largues por aí, desamparado, em meio à solidão ou à escravidão de um mundo cruel.

Te quero, nesse ponto-destaque, como nunca quis ninguém e, nunca vou querer. Acredito no amor e, também, na sorte e no azar. Que a sorte conspira a favor do amor.
Podemos ser pessoas equivocadas, com certeza podemos achar erros em nossa caminhada mas, minha pequena, temos todo esse mundo a descobrir, todo um tempo pra gastar. Vamos voar. Brincar. Viajar e ser felizes, como crianças que escalam a escada de corda daquela praça, ou aqueles músicos que tocam em frente à um parque. Vamos nos divertir, afinal, só temos isso pra fazer. Isso é o que importa: Tu, eu e nosso namoro. Não dê olhos, muito menos chances, aos problemas, não encare a vida como um desafio e sim, um gracejo. Não espere que o mundo chegue até você, saiba que a terra pode desabar até isso acontecer. Vá ao mundo, corra ao vento, gire na ciranda até perder o equílibrio, deixe que eu te seguro. Confie na herança de coragem que herdaras dos teus pais. Estejas aqui quando eu dormir, nos tape, no aconchego do teu abraço, do nosso cobertor. Estejas aqui ainda quando eu acordar e não esqueça seu casaco, fará frio. Me ame, do jeito que nunca amaste ninguém, me descubras, como cada peça de um quebra-cabeças, me monte e depois, me beije. Por favor, meu amor, me amaldiçoe na tua paixão e nunca mais me largues por aí, desamparado, em meio à solidão ou à escravidão de um mundo cruel.

As nossas vidas sempre serão entrelaçadas, como espadas se cruzam em uma grande e épica batalha. E eu nunca deixarei de desejar por isso, espero mesmo que, no fim, estejamos juntos, pelo menos tudo que passamos juntos será um desafio, desafios tem de ser batidos, espero que passemos por cima desses problemas e póssamos ir adiante. Passar por toda a miséria de ter de ficar mais alguns anos separados pela distância e não poder dormir juntos todos os dias, mas um dia poderemos e nesse dia eu te mostrarei, te lembrarei de que tudo valeu a pena, nada foi em vão e nada foi jogado aos céus sem rogar sua volta à nossa vida. E, então, esperamos que todos os medos, as más lembranças e o passado solitário em ruínas ficarão pra trás, torceremos apenas pelo futuro promissor, pelas discussões rápidas e pelos próximos desafios a serem quebrados. Espero que póssamos ser o casal mais fofo para sempre. Amigos e amantes para sempre. Os melhores para sempre. Lhe peço, minha querida, que nunca me deixe partir, nunca deixe que eu vire uma farsa, nunca deixe minha alma à vagar por aí sem a tua companhia, seu teu corpo a me guiar, sem tua voz a me acalmar, sem teu abraço a me consolar. Por favor, espere por mim nas mais escuras passagens que você tiver, nos mais quentes calderões em que você se meter e nas mais frias noites em que você dormir. Me imagine, me ilumine. Tua magia nunca deixará de me impressionar, teu sorriso nunca deixara de me conter e teus erros nunca deixarão de me ensinar. Nunca deixarei de me arrepender de quando eu te fiz(er) mal e muito menos de quando te deixei triste, nunca deixarei de te consolar nos teus momentos mais sombrios, nunca deixarei de te mostrar o lado bom da vida. Espero que tu nunca desacredite de mim, espero que tu nunca espere de mim o que não vou poder lhe oferecer, espero que nunca se imagine vivendo fora do lado meu. Eu te amo, obrigado (por tudo) e me desculpe (por sempre que te deixei triste, nervosa, braba ou apavorada).

As nossas vidas sempre serão entrelaçadas, como espadas se cruzam em uma grande e épica batalha. E eu nunca deixarei de desejar por isso, espero mesmo que, no fim, estejamos juntos, pelo menos tudo que passamos juntos será um desafio, desafios tem de ser batidos, espero que passemos por cima desses problemas e póssamos ir adiante. Passar por toda a miséria de ter de ficar mais alguns anos separados pela distância e não poder dormir juntos todos os dias, mas um dia poderemos e nesse dia eu te mostrarei, te lembrarei de que tudo valeu a pena, nada foi em vão e nada foi jogado aos céus sem rogar sua volta à nossa vida. E, então, esperamos que todos os medos, as más lembranças e o passado solitário em ruínas ficarão pra trás, torceremos apenas pelo futuro promissor, pelas discussões rápidas e pelos próximos desafios a serem quebrados. Espero que póssamos ser o casal mais fofo para sempre. Amigos e amantes para sempre. Os melhores para sempre.
Lhe peço, minha querida, que nunca me deixe partir, nunca deixe que eu vire uma farsa, nunca deixe minha alma à vagar por aí sem a tua companhia, seu teu corpo a me guiar, sem tua voz a me acalmar, sem teu abraço a me consolar. Por favor, espere por mim nas mais escuras passagens que você tiver, nos mais quentes calderões em que você se meter e nas mais frias noites em que você dormir. Me imagine, me ilumine. Tua magia nunca deixará de me impressionar, teu sorriso nunca deixara de me conter e teus erros nunca deixarão de me ensinar. Nunca deixarei de me arrepender de quando eu te fiz(er) mal e muito menos de quando te deixei triste, nunca deixarei de te consolar nos teus momentos mais sombrios, nunca deixarei de te mostrar o lado bom da vida. Espero que tu nunca desacredite de mim, espero que tu nunca espere de mim o que não vou poder lhe oferecer, espero que nunca se imagine vivendo fora do lado meu. Eu te amo, obrigado (por tudo) e me desculpe (por sempre que te deixei triste, nervosa, braba ou apavorada).

O brilho nos olhos de quem fala de seus sonhos é o mais lindo de se ver, por que vê-se que a intensidade com que aquele corpo deseja ter seu sonho realizado é a maior de todas. Pessoas que sonham com seus fones de ouvidos, sonham com céus de cores fortes rasgados como papel por aviões cheios de pessoas que, ali dentro, estão sonhando com seu destino, ou sonhando em nunca sair do céu, que, por sua parte, por sua imensidão e por sua beleza encanta qualquer um. Sonhadores são aqueles que até acordados imaginam uma brexa no espaço-tempo de suas vidas para uma pequena viagem de lazer ou de consumos. Às vezes, eu mesmo sonho que viajo e desapareço no oceano, onde a água que envolve toda a minha visão sobe, e percorre por todo o meu barco, toca de ponta à ponta do meu berço. E o pescador que ficara pra trás no velho trapiche naquelas areias macias de nosso porto desaparecera nas margens de meu binóculo que, nesse momento, é engolido pelas águas serenas, o ar inquietante e célere que move meu Veleiro, a esta hora, está em um pequeno submundo volátil acima das nuvens e meu barco, imóvel, paira sobre a água que, lentamente, pela própria pressão feita pelo vento ágil e momentâneo que passara por ali, move meu barco, que se delicia, sentindo centímetro por centímetro daquela área em que se movimenta. E a solidão que me toma conta por todos esses dias em que navego em minha própria aventura, com meu coração forte, avante! A todo mundo deixei meu adeus, e a todas as estrelas, à lua e ao sol, meu sincero muito obrigado, por me guiarem por toda essa explosão desafiante que me toca pra frente, me chuta o traseiro até eu chegar no timão de meu barco e o virar para o lado contrário da margem de uma vida terrena que vi adiante, vira. Vira o barco, vira a vida, revira a saudade.Ei, anoitecer, viestes me ver? Talvez um dia eu te visite de fora de meu travesseiro, talvez uma tarde que vira noite, chuvosa, eu te encontre junto com meus medos, caindo e estrondando na água, raios que me retomam as lembranças de medo caem  lá longe. Sumam. Desapareçam. Espero vocês do outro lado do oceano, quando eu desembarcar pra buscá-la, nós vamos velejar juntos um dia, pra sempre, como piratas, vamos ser só nós dois, em um barco que nos leve de país a país, veremos tudo, todos. E se esse sonho se realizar, estarei pronto em meus papéis. Estarei disposto a disfarçar toda minha ansiosidade só pra não deixá-la nervosa, e, disfarçarei meu sangue por minha percepção. Estarei sempre em posto à luz do lampejo que guia meu barco para a escuridão dessa geada que nos teme. E assim segue o nosso pequeno sonho de sermos transeuntes.

O brilho nos olhos de quem fala de seus sonhos é o mais lindo de se ver, por que vê-se que a intensidade com que aquele corpo deseja ter seu sonho realizado é a maior de todas. Pessoas que sonham com seus fones de ouvidos, sonham com céus de cores fortes rasgados como papel por aviões cheios de pessoas que, ali dentro, estão sonhando com seu destino, ou sonhando em nunca sair do céu, que, por sua parte, por sua imensidão e por sua beleza encanta qualquer um. Sonhadores são aqueles que até acordados imaginam uma brexa no espaço-tempo de suas vidas para uma pequena viagem de lazer ou de consumos. Às vezes, eu mesmo sonho que viajo e desapareço no oceano, onde a água que envolve toda a minha visão sobe, e percorre por todo o meu barco, toca de ponta à ponta do meu berço. E o pescador que ficara pra trás no velho trapiche naquelas areias macias de nosso porto desaparecera nas margens de meu binóculo que, nesse momento, é engolido pelas águas serenas, o ar inquietante e célere que move meu Veleiro, a esta hora, está em um pequeno submundo volátil acima das nuvens e meu barco, imóvel, paira sobre a água que, lentamente, pela própria pressão feita pelo vento ágil e momentâneo que passara por ali, move meu barco, que se delicia, sentindo centímetro por centímetro daquela área em que se movimenta. E a solidão que me toma conta por todos esses dias em que navego em minha própria aventura, com meu coração forte, avante! A todo mundo deixei meu adeus, e a todas as estrelas, à lua e ao sol, meu sincero muito obrigado, por me guiarem por toda essa explosão desafiante que me toca pra frente, me chuta o traseiro até eu chegar no timão de meu barco e o virar para o lado contrário da margem de uma vida terrena que vi adiante, vira. Vira o barco, vira a vida, revira a saudade.
Ei, anoitecer, viestes me ver? Talvez um dia eu te visite de fora de meu travesseiro, talvez uma tarde que vira noite, chuvosa, eu te encontre junto com meus medos, caindo e estrondando na água, raios que me retomam as lembranças de medo caem  lá longe. Sumam. Desapareçam. Espero vocês do outro lado do oceano, quando eu desembarcar pra buscá-la, nós vamos velejar juntos um dia, pra sempre, como piratas, vamos ser só nós dois, em um barco que nos leve de país a país, veremos tudo, todos. E se esse sonho se realizar, estarei pronto em meus papéis. Estarei disposto a disfarçar toda minha ansiosidade só pra não deixá-la nervosa, e, disfarçarei meu sangue por minha percepção. Estarei sempre em posto à luz do lampejo que guia meu barco para a escuridão dessa geada que nos teme. E assim segue o nosso pequeno sonho de sermos transeuntes.

Com o que é bonito é impossível não se sonhar.
— Leandro Souza, as notas de rodapé.

Se isso é real, pelo o que estamos esperando? Por que não quebramos essas regras idiotas? Por que não podemos fugir ao som de uma canção que combine com a situação, como em filmes? Por que não podemos pegar o primeiro vôo pra Londres e sumir pela mais bonita cidade do mundo.
Eu queria percorrer, caminhar e descobrir montanhas de neve, cachoeiras cristalinas, florestas abundantes. Quem sabe dar uma volta na beira da praia e te chutar agua no corpo. Te molhar os cabelos. Te querer de abrigo. E um dia faríamos isso sem satisfações, sem respostas controversas e sem ter que brigar pra conseguir. Poderíamos viajar pelo mundo com apenas duas mochilas e uma escova. Um futuro. Sem rumo. Um sonho. Sem fronteiras.

Se isso é real, pelo o que estamos esperando? Por que não quebramos essas regras idiotas? Por que não podemos fugir ao som de uma canção que combine com a situação, como em filmes? Por que não podemos pegar o primeiro vôo pra Londres e sumir pela mais bonita cidade do mundo.

Eu queria percorrer, caminhar e descobrir montanhas de neve, cachoeiras cristalinas, florestas abundantes. Quem sabe dar uma volta na beira da praia e te chutar agua no corpo. Te molhar os cabelos. Te querer de abrigo. E um dia faríamos isso sem satisfações, sem respostas controversas e sem ter que brigar pra conseguir. Poderíamos viajar pelo mundo com apenas duas mochilas e uma escova. Um futuro. Sem rumo. Um sonho. Sem fronteiras.